Fato este que, há alguns anos atrás, desenvolvi algumas apostilas sobre mediunidade, medicina alternativa e sobre a religião Umbanda. Fiz e faço por gosto e amor.
Não sou adepto daquela turma que: "Pra aprender, tem de ralar"....há (muitas) controvérsias.
No caminho religioso em especial, os neófitos devem ser cercados de pessoas com maturidade suficiente e em todos os aspectos, que lhe dêem os devidos cuidados e ensinamentos.
Cansei de ver dentro da Umbanda, vários médiuns com excelente potencial, desistirem de sua jornada por total falta de “assessoramento”. Pessoas que, às vezes, até tinham boas intenções de ensinar o futuro médium o dia a dia das ritualísticas religiosas, mas, por ignorância (no sentido literal da palavra), deixava muito a desejar e com isso, acabava por desestimular o neófito.
Motivo: O excesso de material disponível nos meios reais e virtuais. O “aspirante” se “entope” desse monte de informações, não sabe diferenciar o que é “lixo” e o que é mais próximo do coerente e real. Chegam aos Terreiros, bombardeando os sacerdotes com seus milhões de dúvidas e perguntas na ponta da língua. O pobre sacerdote se depara numa situação constrangedora de não conseguir responder a maioria das perguntas, ou pior, responder errado...
A afoites acaba por comprometer o seu futuro e, é ai que entra “o” sacerdote. Saber usar da perspicácia e frear um pouco os ânimos deste neófito e trazer as informações suficientes para que possa ir “digerindo” aos poucos esta transformação e se dê numa forma mais harmoniosa possível.
Há outras causas de “fuga” e desistência dentro das religiões que postarei em breve.
Espero de coração que gostem (e opinem a respeito).
Um abraço fraternal a todos e que nosso Pai Maior abençoe-nos.
Giancarlo.
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